Muito antes do F-35…
30 de Março de 2008 @ 22:45 - PoggioArquivado sob História, Curiosidade | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Raro vídeo de uma corrida de um Yak-38 pelo convés de um NAe da classe Kiev. Nos tempos da URSS, um vídeo como esse jamais seria publicado. E caso fosse, seu autor não estaria vivo para contar a estória.
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Faltou um vaporzinho ali, né?
Foi o preço da não opção por catapultas.
Comentário de Corsário — 31 de Março de 2008 #
Gente, esta decolagem é tosca, o Sea Darter fez melhor…
Os Harriers tinham o mesmo problema, de falta de potência e consequente sustentação.
os inglêses mestres nisso sempre incobriram estas falhas, vejam o caso dos indianos quase 1/3 perdidos.
Dos 34 sea harrier encomendados inicialmente 9 foram perdidos em acidentes. nas malvinas os britânicos perderam 2 de seus harrier, (se não me engando um Gr.3 e um Fsr1.)
Dado que de fato voar naquelas condições sobre fogo e ainda que naquele tempo os instrumentos não eram tão fiáveis até que pode-se dar um disconto, os harrier se mostraram robustos.
isto só foi resolvido quando o pessoal da Mcdonald douglas desenvolveu o AV-8B com motores mais potentes e uma superfície alar consideravelmente maior e que dava maior sustentabilidade.
mas claro, para otário, passa-se tudo, especialmente 8ª maravilha do mundo, os indianos assim como os Brasileiros adoram uma comprinha de oportunidade nos brechós da esquina.
gato por lebre com estilo.
Comentário de edilson — 31 de Março de 2008 #
O sea harier tem muitas perdas mas é um avião muito melhor que o A-4, é fácil não termos perdas, nossos A-4 não voam… agora pergunta pros israelenses o que eles acham do nosso “caça”…
Comentário de diego — 31 de Março de 2008 #
Fora o fato que este ” A” antes do 4 no nome A-4 refere-se a bombardeiro. Só o Brasil mesmo para querer modernizar um bombardeiro para utilizá-lo como interceptador… interceptadores trazem um “F” antes do nome , F-15, F-16, F-103 MIRAGE, … mais recentemente surgiram os F/A com a evolução da eletrônica que permitiu o emprego de uma olataforma só para cumprir as duas missões ex: F/A-18 entretanto, os americanos, franceses e russos não pegaram uma plataforma de um caça bombardeiro e transformaram num caça multimissão, eles pegaram um interceptador e transformaram em caça multimissão ex: versões mais recentes do F-15, F-16, MIRAGE 2000( VERSÕES MAIS RECENTES), SU 30 ( MULTIMISSÃO DERIVADO DO INTERCEPTADOR SU-27)…
Comentário de diego — 31 de Março de 2008 #
Da mesma forma que a FAB não modernizou os AMX para um padrão multimissão e sim os mais idosos F-5 pois o F-5 É um interceptador e portanto, devidamente modernizado pode executar as funções de interceptador/bombardeiro mas um caça bombardeiro mesmo modernizado não terá condições físicas de executar as funções de interceptador ( pouca velocidade final, pouca potência, manobrabilidade…) ou seja, o A-4 modernizado pode disparar um derby. R-77, AIM 120 C ou qualquer outro míssel BVR mas nunca será capaz de vencer um interceptador( mais potente, ágil, manobrável) num combate próximo ou poderá ” correr atrás” dele…
Comentário de diego gimenez — 31 de Março de 2008 #
Só lembrando os A-4 já foram usados como agressors na US Navy na escola Top Gun, e pela USAF.
Comentário de crubens — 31 de Março de 2008 #
Sim, é verdade, mas não foram projetados para isso… não tem como comparar a manobrabilidade e o desempenho com o de um caça interceptador… e isso, não se muda trocando a eletrônica. Não dá para transformar o A-4 no CDF( caça de defesa da frota) pois ele não foi projetado para isso! Chega de ” safa onça” ! se não der para comprar um caça novo, que a marinha opte pelo F/A 18 usado ou por um pequeno lote de MIG-29 K( opção interessante pois é um caça novo a bom preço já o F/A-18 em breve necessitaria de modernização.)
Comentário de diego gimenez — 1 de Abril de 2008 #
Como já foi amplamente discutido neste Blog, para o A-12 S. Paulo não é viável o F/A-18 Hornet ou o Mig-29 K ou Su-33. O Ploblema são a capacidade das catapultas e dos elevadores.
Sds.
Comentário de Baschera — 1 de Abril de 2008 #
Por favor, se alguém puder, me explique esse lance da catapulta, pois eu achava que a potência era a mesma. Nunca fui muito de ler sobre a Marinha. Quero aprender isso. Obrigado.
Comentário de Walderson — 1 de Abril de 2008 #
Muito antes do F-35 mesmo!
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Mais o Yak-38 voou também, vejam:
http://www.youtube.com/watch?v=GgDMXyZmiM8
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E mais! Seu sucessor Yak-141 foi “copiado” pelos americanos que os transformaram no F-35! O desenvolvimento do Yak-141 iniciou em 1975 e ficou pronto em 1991, denominado Yak-141M (M= Multi-Role). Sem verbas para custear sua produção devido a crise após o fim da URSS, a Rússia cancelou o projeto. Provavelmente as empresas americanas “importaram” alguns técnicos e cientistas russos para desenvolver o F-35. Notem a semelhança até no desenho da aeronave. Vejam o vídeo e comparem com o F-35 de hoje:
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http://www.youtube.com/watch?v=rBLcYpXAtBM
Comentário de RodrigoBR — 1 de Abril de 2008 #
O A-4 foi o vetor de ataque vital pros israelenses,quanto essa questão da catapulta do A-12 ser ou não compatível com determinadas aeronaves, é melhor a MB ter aviões que voem do que ficar apodrecendo no chão.
Comentário de Claudio "grulla" — 1 de Abril de 2008 #
Prezado Walderson,
Posto, abaixo, o que escrevi em outra publicação do Blog sobre o mesmo assunto:
“Os Rafale M tem restrições de uso no A-12 (Ex-Foch).As catapultas só conseguiam lançar até 20 Ton. (15 ton a catapulta lateral) o que dá um Rafale com meia carga de combustivel e armamento defensivo tão somente. Ainda resta saber sobre os ganchos de parada. Pelo que sei atualmente, um vetor só pode pousar sem o peso de armas, ou seja, para pousar teria que se desfazer dos mísseis ou tanques extras que não tivessem sido utilizados, para aliviar o peso no pouso edequando-se ao limite de resistência dos cabos de aço.”
Sds.
Comentário de Baschera — 1 de Abril de 2008 #
RodrigoBr, tirando a cauda dupla, é o mesmo avião.
Nada se cria, tudo se copia, já dizia o velho….
Comentário de paulo — 2 de Abril de 2008 #
bem lembrado RodrigoBr.
a Airbus tem cerca de 800 engenheiros procedentes de diversos países da ex-união soviética, em sua maioria da rússia e da ucrânia, tarbalhando somente no projeto do A-380.
estima-se que a boeing somara aos seu staff algo mais do que alguns milhares, cerca de 2500 técnicos e engenheiros procedentes da ex- URSS.
vale lembrar que:
TVC foi um desenvolvimento soviético.
a capacidade de engajar e destruir alvos a 180 graus do angulo de visão, os torpedos supercavitantes(embora não se saibam se funcionam mesmo) entre outras tecnologias.
o futuro S-500( em desenvolvimento) sistema de defesa anti aérea teria nominalmente segundo a ALmaz, um alcance de 3500 km, 3500? sim, para que? como engajar alvos protegidos dos radares pela curvatura da terra?
resposta, e se estes alvos em questão estiverem orbitando a terra e não sobre ela??????
o velho urso aind a surpreende embora muitos não acreditem.
Comentário de edilson — 2 de Abril de 2008 #
Obrigado, caro Baschera.
Comentário de Walderson — 2 de Abril de 2008 #
Caro Baschera DISCORDO, o Mig 29k É COMPATÍVEL com o são paulo sim e o F/A-18 também é, porém só nas versões mais antigas A/B!O SUPER HORNET ( F/A 18 E/F É QUE REALMENTE NÃO É COMPATÍVEL COM O NOSSO NAE)
Comentário de diego gimenez — 2 de Abril de 2008 #
US Navy já realizou testes com o F/A-18A Hornet em rampas ski-jump na década de 80. Com um peso de decolagem de 15.900kg (configuração de defesa aérea), e com vento relativo de 20 nós (37km/h) a aeronave podia decolar normalmente em 290 metros. Com uma rampa de 6 graus a distância de decolagem diminuiria para 168 metros e com uma rampa de 8 graus para 106 metros. Ventos relativos de 30 a 40 nós podem ser conseguidos se o NAe acelerar a até 28 nós.
Comentário de diego gimenez — 2 de Abril de 2008 #
” catapultas Mitchell-Brown BS 5 do A-12 podem lançar aeronaves de até 20t, sendo que a catapulta lateral estaria calibrada para 15t.
O peso de decolagem do F/A-18 Hornet configurado para caça é de 16.651kg, ou seja, para defesa aérea ele pode operar no SP; configurado para ataque, pesa 23.541kg. Reduzindo o combustível carregado na decolagem (e reabastecendo depois com buddy-buddy) e um pouco o armamento, o F/A-18 decola do SP, sem problemas.
Teríamos a opção do a versão naval do MiG-29, que está sendo fabricado para a Índia. O MiG-29K (K = Korabelnyy - embarcado) tem peso máximo de decolagem de 19.700kg, ou seja, encaixa-se perfeitamente o SP. “
Comentário de diego gimenez — 2 de Abril de 2008 #
ou seja, que venha o MIG-29 K OU CASO NÃO SEJA POSSÍVEL, VENHA O F/A-18 A/B OPERANDO COM RESTRIÇÕES E SENDO REABASTECIDO EM VÔO OU APELEMOS PARA SKY JUMP.
Comentário de diego gimenez — 2 de Abril de 2008 #
Caro Gimenez,
essas catapultas podem ser calibradas? Podem ser trocadas?
Comentário de Walderson — 2 de Abril de 2008 #
Prezado Walderson.
Permita-me entrar na coversa, o custo para modificação nas catapultas do SP, tornaria inviável a modificação, seria melhor partir para outro navio,
novo certamente, pois não há nenhum disponível no momento.
Comentário de AJS — 2 de Abril de 2008 #
Caro Diego Gimenez,
O F/A-18 Hornet conf. para DEFESA e com 1/2 do combustível necessário realmente pesaria em torno de 16 Ton. O problema é que seria necessário reabastece-lo de pronto, ou ele não conseguiria voltar e se for necessário dar mais de um toque para o pouso ? Babau…. não temos reabestecimento aéreo. O riso seria muito grande.
Então na teoria dá, mas na prática o risco seria desproposital.
O Mig 29K(Fulcrum D)caça naval tem peso vazio de 11 Ton. e máximo de decolagem de 18,5 Ton dados do fabricante, no entanto SOMENTE esta sendo fabricado sob encomenda para a India. Veja o que diz importante site de defesa :
“A produção do MiG-29 foi suspensa em 1995. Todas as aeronaves apresentadas desde então, são exclusivamente aeronaves que aproveitaram ou células inacabadas de MiG-29 ou então são MiG-29 de modelos mais antigos, modernizadas. Deverão ser produzidas algumas unidades em pequena série do MiG-29K para a marinha da Índia, mas a possibilidade de novas aeronaves serem produzidas em série, depende de futuras encomendas, pelo que a retoma da produção está dependente da obtenção de uma encomenda da Índia para o modelo MiG-35.”
A MB já descartou este aparelho, por isto vai modernizar algumas, mas não todas, as células do A-4 KU SkyHawk. Também dizem que sua largura, com as asas dobradas, não seria compatível com os elevadores do A-12. No entanto, esta informação é extra-oficial.
Sds.
Comentário de Baschera — 2 de Abril de 2008 #
A triste verdade meus amigos, eh o q A-12 eh um grande elefante branco. Mesmo aliado aos A-4 modernizados e o q sobrou da frota de helicopteros, ele nao tem poder belico algum. Ainda mais sozinho e ficando a maior parte do tempo sendo remendado…
Comentário de Mauricio — 3 de Abril de 2008 #
Penso que a melhor opção seriam os F/A-18A+, tal como foram modernizados na Espanha
Comentário de Trafalgar — 3 de Abril de 2008 #
Caro Sr Baschera
O Sr Ajs comentou que seria inviável a modernização do sistema de catapultas do nosso Nae, entretanto, fizemos isso com o Nael. Será que realmente é inviável como ele afirmou?
Outra pergunta diz respeito ao problema que o Sr citou sobre a dificuldade de operarmos com o F/A-18 A pois ele necessitaria estar operando com pouco combustível.. será que a adoção de Sky Jump não safaria esse problema? os americanos realizaram testes com o F/A-18 operando com Sky Jumps
Comentário de Diego Gimenez — 3 de Abril de 2008 #
Outra dúvida: casio realmente não haja outra opção além de modernizar os A-4, não seria válida uma remotorização dos mesmos adotando turbofans no lugar dos turbojatos? o turbofan por ser mais moderno é mais ecônomico, ou seja aumenta a autonomia e creio que poderíamos inclusive ter ganho de potência e diminuição de peso. Uma vez que os A-4 têm poucas horas de vôo acho que seria bom a longo prazo. Relembro que Israel remotorizou alguns Mirage III gerando os primeiros Kfir e que a África do Sul recentemente remotorizou seus Mirage F-1.
Comentário de Diego Gimenez — 3 de Abril de 2008 #
A remotorizacao dos A-4 eh perfeitamente viavel. Os A-4 neo-zelandeses modernizados (que nao estao mais em servico por questoes politicas daquele pais) receberam uma versao sem afterburner e reforcada para uso monomotor do F404 original dos F/A-18A/B. Aumentaram o alcance consideravelmente, com a eficiencia e menor peso do novo motor.
Lembrando que os A-4 sao subsonicos e seu turbojato nao tem afterburner, antes que alguem reclame.
Comentário de Mauricio — 4 de Abril de 2008 #
Exclarecendo, o Sr Claudio “grulla” disse: ” A-4 foi o vetor de ataque vital pros israelenses” e realmente foi, um vetor de ATAQUE vital e não um vetor de INTERCEPTAÇÃO/DEFESA AÉREA não há intencão de discutir a capacidade de ataque dos A-4 e sim sua capacidade de realizar DEFESA AÉREA. E relembro que o A-4 foi o caça que mais sofreu baixas nas mão dos israelenses.
Comentário de diego gimenez — 4 de Abril de 2008 #
obrigado Maurício não sabia que a Nova Zelândia havia remotorizado seus A-4.
Comentário de diego gimenez — 4 de Abril de 2008 #
Colega Diego Gimenez,
A possibilidade de montagem de uma rampa “Sky-Jump” no convés do S.Paulo é nula. Primeiro porque já foi aventada e segundo porque se descobriu que poder, pode, mas o custo seria absolutamente absurdo. Lembro que neste caso seria necessário mexer em toda a estrutura de popa do NAe, para reequilibrio e redistribuição do peso, entre várias outras coisas tão ou mais importantes. Para o A-4 lembro a vc que compramos 24 unidades e mais 10 motores e 120 Sidewinter no pacote. Hoje, um motor novo, por inferior que seja, vale o dobro que uma célula de A-4 usada. Isto sem contar os custos que a remotorização demandaria.
Sds.
Comentário de Baschera — 4 de Abril de 2008 #
Os A-4 de Israel em alguns casos foram “massacrados” mas também foram dos de maior utilização em surtidas de voo de ataque ao solo. Mesmo assim eles ainda mantém vários em seus estoques.
Sds.
Comentário de Baschera — 4 de Abril de 2008 #
Caro colega Baschera, os 120 sidewinders versão ” H” infelizmente não contam muito no moderno cenário de combate aéreo onde figuram mísseis BVR fire and forget e mísseis de curto alcance como o R-73 e o Python 5 com capacidade de ser disparados por mira no capacete e para alvos nas mais variadas marcações diferentemente dos nossos “H” que têm curto alcance e só adquirem alvos se o A-4 estiver mirando na ” traseira” do inimigo. O que aliás não é tão fácil de se conseguir uma vez que como disse antes, o A-4 NÂO É UM INTERCEPTADOR, logo , num dog figth ele dificelmente conseguiria assumir tal vantagem contra um caça realmente projetado para missões de combate aéreo, o A-4 é um caça de ataque. Além disso, quanto ao comentário: ” um motor novo, por inferior que seja, vale o dobro que uma célula de A-4 usada. Isto sem contar os custos que a remotorização demandaria.” Não podemos colocar a decisão baseada só no custo, há que se atentar para a relação custo benefício, o Sr sabia que os 12 mirage 2000 da FAB estão sendo pagos com a economia que eles significaram em manutenção? ou seja, os motores mais modernos por “beberem” menos e terem mais durabilidade e rotinas de manutenção mais simples significaram uma economia tal que ela paga a aquisição do mirage 2000.
Comentário de diego gimenez — 4 de Abril de 2008 #
Não podemos esquecer que aqui no Brasil chamam tucanos, xavantes e A29 de “caças” terminiologia erroneamente empregada , então porque não classificar o A1 também como “caça”.
Esquadroes de “caça” operando nas fronteiras com “caças” A29 e tucanos , quem eles estão querendo enfrentar , um bando de paturis???
Comentário de jose walter — 5 de Abril de 2008 #
ACHO QUE ENCONTREI A SOLUÇÃO:
LCA, O CAÇA INDIANO ( POSSUI VERSÃO NAVAL)
Dimensões: Motores/ Potência
Comprimento: 13.2 M
Envergadura: 8.2 M
Altura: 4.4 1 x motores Kaveri GTX 35VS
Potência total: 5200 Kgf
Peso / Cap. carga Velocidade / Autonomia
Peso vazio: 5500 Kg
Peso máximo/descolagem: 9500 Kg
Numero de suportes p/ armas: 7
Capacidade de carga/armamento: 4000 Kg
Tripulação / passageiros: 1 Velocidade Maxima: 1900 Km/h
Máxima(nível do mar): 1150 Km/h
De cruzeiro: 1100 Km/h
Autonomia standard /carregado : 1020 Km
Autonomia máxima / leve 1900 Km.
Altitude máxima: Não disponível
Comentário de Diego Gimenez — 5 de Abril de 2008 #
Caro colega D. Gimenez,
O projeto Tejas LCA é para os indianos o que o AMX representou para nós. Um mostruoso desperdício de dinheiro. Seu projeto só gerou um ou dois protótipos, embora seja contemporâneo do AMX, de 1983, se não me engano. Toda sua aviônica é ultrapassada e sistemas de combate foram projetados à mais de 25 anos. Seus motores que deveriam ser produzidos na India, jamais funcionaram a contento,mesmo em testes. Lembro que o mesmo tinha no projeto, somente uma arma : um canhão russo,do qual não lembro seu calibre.
Quer ver algo moderno : Alenia M 346 e o sul coreano T50, por exemplo.
Sds.
Comentário de Baschera — 5 de Abril de 2008 #
Caro Baschera , no que me consta o LCA está operando com o turbofan do F/A-18 e tem tido ótimo desempenho em testes e já possui instalada a aviônica incluindo radar indiano e cockpit tão moderno quanto o de um F-5M(vi uma foto na internet). Acho que esta opção deveria ser melhior analisada até por q, não duvido que eles aceitem parceria brasileira no desenvolvimento… Aguardo do site e leitores maiores informações sobre esta opção que é de acordo com as capacidades do nosso NAE. abraço.
Comentário de Diego Gimenez — 5 de Abril de 2008 #